August 12, 2009 at 1:49 am · Filed under Geral, Vida
Se te disserem que dificilmente chegarás lá.
Se te disserem que é impossível.
Se te fizerem crer que estás no mau caminho.
E se por acaso tiveres dúvidas, escuta. Perscruta. Ouve. Acredita em ti e dificilmente perderás o Norte, mesmo que isso implique recomeçar de novo.
August 1, 2009 at 4:51 pm · Filed under Geral
Nunca imaginei dizer isto enquanto vivo. Há patos a “passear” na ribeira das jardas, e a julgar pela quantidade e tempo que lá passam, até diria que gostam!
Para o público forasteiro ao Cacém, um pouco de história: a ribeira das jardas, também conhecida por ribeira da água alva, é um curso de água que divide as freguesias entre Belas e Rio de Mouro. Actualmente não sei se ainda é assim, só sei que o pivete pútrido e infecto que antes emanava do seu seio, deu lugar a um aroma mais suportável e primaveril após as intervenções urbanísticas do programa pólis naquela área.
E prova disso são as imagens recolhidas no início deste ano, aonde se pode ver Vida! Sim, Vida… a disfrutar alegremente do rego e margens da ribeira como se de aqua-alba se tratasse!

July 13, 2009 at 11:37 pm · Filed under Geral, Vida, ideias
Foi neste fim de semana que visitei a minha família mais a Norte mas não tanto (Cadaval). Fiquei pensativo quando o meu sobrinho Rafael, curioso me pergunta – Que idade tens tio? A tia responde-lhe com – A idade de Jesus Cristo. E levei este pequeno enxerto da conversa que estavamos a ter, para no dia seguinte ao tomar café me surgir a seguinte questão na cabeça: Se eu morresse hoje, o que teria feito de grandioso?
Contrastando com Jesus (nem seria preciso usar o photoshop), concerteza muita pouca gente daria pela minha falta, além de que os meus feitos em nada se comparam quantitativamente ou qualitativamente. Ou talvez não.
Ora vejamos:
- Fiz a estrutura de um caracol 1×1mt toda em arame na faculdade que me deixou bastante orgulhoso na altura, até que um dos meus queridos familiares a enviou pro lixo (obrigado[sarcasmo]!); Cristo fez umas tigelas artesanais de barro no seu prime artístico.
- Consegui acabar o dito curso, apesar dos interregnos forçados e da constante pressão laboral; Cristo apesar de ter sido brindado com genoma demiurgo da melhor qualidade, não passou sequer do ensino básico.
- Depois do curso, fechei-me 1 semana em casa até acabar o GTA vice-city; Cristo nem passaria o 1º nível do arkanoid.
- Socorri o meu pai após este ter sofrido um AVC; Cristo socorreu uns poucos mais, mas isso são números apenas.
- Fiz retratos lindíssimos da bela Tatiana, do meu sobrinho Rafa, e da filhota da minha dentista num período atribulado da minha vida (há outros?); mais uma vez, as tigelas de Cristo não são páreo para as minhas criações.
- A minha actividade como freelancer desde que cessei contrato está a florescer como nunca; Cristo já fechou portas e abriu falência.
Mesmo assim confesso que a minha distância a Jesus ainda é enorme, que isso não sirva pra me desanimar! Ainda faltam 3 meses para o apanhar…
June 12, 2009 at 2:38 am · Filed under Geral, Vida
Apesar de nada ter a ver com webmail, é com algum regozijo e bastante espanto que me revejo na pele de um carteiro e que agora, passados 3 meses, acho que estou bem a tempo de fazer um balanço da luta que tenho travado por essas estradas alheias e, algumas delas, anónimas. Sem nome mesmo!
Isto para dizer em poucas palavras – ser carteiro não é fácil – pronto, já disse. Para lá do aspecto pacato e da liberdade aparente destes profissionais que andam “a passear” ao mesmo tempo que entregam uma cartinhas, está uma profissão dura, desgastante, de elevada responsabilidade, mas ao mesmo tempo simpática, dinâmica, sociável e muito recompensadora. Digo isto porque as semanas passadas sobre a torreira, o frio, a chuva, os infindáveis carimbos e outras burocracias, contrastam com a libertinagem de andar de mota, sem chefes por cima do ombro, com uma ou outra pessoa interessante com quem podemos trocar dois dedos de conversa, e com outros personagens menos afáveis que certamente não deixam tanta saudade.
A minha curva de aprendizagem foi bastante íngreme. Deram-me um giro com mais de metade das casas sem número o que dificulta bastante o trabalho. Ter de entregar o correio baseando-me em referências como: “casa verde”, “2x depois do matadouro á direita” e “a seguir ao homem que enfardou o filho”, seria tarefa fácil no universo do Gmail mas não é a mesma coisa neste universo de mais de 500 caixas postais.
Esta foi a minha praxe. Não se vai concerteza repetir, mas vou retirar daqui importantes lições. Uma delas é a de que não existe impossível! Outra das lições que aprendi foi acerca da minha capacidade de tolerância e resiliência.
Alturas houve em que estive prestes a deitar a toalha ao chão. Não bastasse a chacota dos colegas pelos pequenos deslizes com a mota enquanto me habituava a esta, certos tralhos foram fortes o suficiente para me abalar o espírito ao ponto de chegar a pensar “será que isto é mesmo pra mim?”. Em especial, lembro-me do último, situado numa subida íngreme, com excesso de confiança e falta de precaução atrevo-me a ir lá de mota, como fui ensinado e como o fiz anteriormente. Só que dessa vez, e com uma mota cuja mudança insistia em saltar, não tive tanta sorte. Fui a resvalar de marcha-atrás tentando em vão travar o impacto iminente sem sucesso. Levei com 100kg de mota em cima do meu ainda dorido e inchado tornozelo da última queda. [ai!]
Enfim, situações destas fazem parte. Temos de nos habituar à ideia de que elas acabam por acontecer quando menos se espera. Por isso é melhor ficar de olho vivo e pelo menos, evitar que se repitam.
Mas se há dias cinzentos, também há outros que valem a pena recordar. No outro dia estava a entregar correio no Talefe enquanto o habitual cãozinho da família ladrava obstinadamente, tentando julgo eu, alertar os donos pra minha presença. Entretanto vem a dona á janela e começo a fazer-lhe algumas perguntas sobre o destino das cartas que tinha pra entregar. Quando estou pra abalar dali reparo num estranho silêncio de fundo - já não se ouvia o ladrar do cão! E eis que a sra sai de casa e me pergunta – Mas você pontapeou o bicho? Ao que eu ainda sem compreender o que queria ela dizer com aquilo, penso – mais depressa pontapeava o dono – respondo-lhe – Eu?! Ora essa, e porquê? E nisto procuro o animal e vejo que este está prostrado no chão quase em opistótono e de patas pro alto. Saio da mota e vou ver de perto o cão, que agora começa a recobrar a consciência e combalido, refugia-se na sua casota para recobrar forças.
O que aconteceu? Bem, a explicação simplista e apesar da sua provecta idade, foi de que ladrou tanto que se esqueceu de respirar.
Outro simpático quadrúpede que visito quase todos os dias é um pastor alemão que se empoleira no portão com as duas patas e a cabeça de fora. A princípio intimida, mas depois começo a afeiçoar-me ao bicho pois algo no “tom de ladrar” dela me diz que realmente não quer morder, mas sim encenar uma atitude responsável e protectora do que lhe foi confiado. E isso curiosamente foi-se-me tornando mais notório á medida que avançava com uma festinha aqui e ali e “conversava” com ela. Tem dias! Outros há em que me morde os preciosos dedinhos [ai!], mas o ladrar é quase sempre em tom de choro…é engraçado. Um dia destes deixo de a ouvir por instantes e quando estou para arrancar, eis que me prega um susto de morte ao se pôr à frente da mota. Tinha saído pelo outro portão enquanto depositava o correio e decidiu pregar uma partida ao carteiro, a safada…
O que vale é que toda a recruta tem um fim. E esse fim está á vista. Há no entanto ainda muito que aprender, ensinamentos que aguardam ao bater da curva. E eu estarei atento, ao mesmo tempo que me ergo das cinzas e arrumo as minhas gavetas.
December 17, 2008 at 3:12 am · Filed under Vida, webdesign
Ora bem, eu sou falante nativo de Português, falo e escrevo fluentemente Inglês, arranho no Espanhol, percebo qualquer coisa mas dou broas (e cacetes) em Francês. Também pesco qualquer coisa de Italiano dada a proximidade com a nossa língua (e a da Tatiana
), de Alemão e uma ou outra palavrinha em Chinês (mandarim).
Mas recentemente, instruí-me melhor numa [meta]linguagem intrincada, ainda mais alienígena do que o Chinês ou do que o Grego…
O XML!!!!
Pronto, está liberado o suspense que tinha vindo a acumular acumular neste post. Agora que já sabem, vou-vos mostrar o quanto domino este travesso e arisco idioma, e demonstra-lo a entabular uma conversa com o XML por intermédio do meu amigo PHP:
<dialogo data=”16/12/2008″>
<entidade nome=”paulo” idade=”33″>
<mensagem hora=”21:33″>Olá PHP tudo bem?</mensagem>
</entidade>
<entidade nome=”php” idade=”14″>
<mensagem hora=”21:33″>011110010110000101101000</mensagem>
</entidade>
<entidade nome=”paulo” idade=”33″>
<mensagem hora=”21:36″>Pois, já falamos melhor na realidade. Mas presumo k esteja tudo porreiro contigo, certo?</mensagem>
</entidade>
<entidade nome=”php” idade=”14″>
<mensagem hora=”21:37″>
011001000110010101101001011110000110000100101101011101
000110010100100000011001000110010100100000011011010110
010101110010011001000110000101110011001000000110010100
100000011101100110000101101001001000000111010001110010
011000010110001001100001011011000110100001100001011100
1000100001</mensagem>
</entidade>
<entidade nome=”paulo” idade=”33″>
<mensagem hora=”21:39″>Epá, pronto, leva lá a bicicleta! Já vi k hoje estás de mau feitio hoje, depois keixa-te k não tens amigos e de k ninguém na realidade gosta de falar contigo.</mensagem>
</entidade>
<entidade nome=”php” idade=”14″>
<mensagem hora=”21:39″>
011101000110000100100000011001100111010101100100011001
0101110010001011100010111000101110</mensagem>
</entidade>
<entidade nome=”paulo” idade=”33″>
<mensagem hora=”21:40″>Vai lá falar com o teu amigo XML, talvez ele te perceba…</mensagem>
</entidade>
</dialogo>
Bom, vou ali suicidar-me e já volto…
August 26, 2008 at 10:46 pm · Filed under Geral, Vida
Como sou um recente surfer da zapp e tenho um limite de download|upload singelissimo (1GB/mes!), tive de repensar seriamente na forma como navego, pois agora todo o minúsculo bit conta.
Comecei por cortar nos downloads, obviamente. Algo mais do que um .pdf técnico, uma extensão/plugin ou um pequeno (<1MB) ficheiro .zip está fora de questão.
Por isso, se quiserem mesmo emagrecer as taxas de transferência ao máximo e ainda assim ter uma experiência aceitável de navegação web, sigam de perto estes passos:
- download do firefox
- instalar add-ons: ad-block plus, fasterfox e se conseguirem, noscript
- aumentar a capacidade da cache do browser
Fora isso há mil e uma outras praticas no teu dia-a-dia que te podem ajudar a conservar o teu consumo:
- GMail: configurar para “load basic HTML” e não carregar imagens por defeito.
- Considerar o uso de um leitor de feeds ao invés do browser. ex: FeedReader
- desligar auto-download-updates do windows (e de outras aplicações)
- Bloquear acesso ao youtube e não fazer download de filmes!
Qualquer outra sugestão é, obviamente, bem-vinda e se tiverem algum problema a configurar estes passos, mandem um mail k eu ajudo se puder.
January 7, 2008 at 6:40 pm · Filed under webdesign
Pra quem ainda não usa o Flash CS e trabalha ainda em AS2.0, existe uma forma mais simples de aceder aos nós de XML fazendo uso da metalinguagem XPATH definida pelo W3C.
Vou tentar explicar como.
Pra já, põe-se a pergunta, porque raio usar essa treta do XPATH? Bom, sendo assim nem devias estar aqui a ver este post , né?
Vamos usar o XPATH porque trabalhar com os metodos nativos do Flash é uma dor. Ex:
myXML = firstChild.nextSibling.nodeName.childNodes[1].firstChild.nodeValue
Assim, pra ter uma melhor ideia, usando o XPATH podemos aceder aos nós (e também atributos, como é o caso) de um documento XML da seguinte forma:
XPath.selectNodes(this._myXML, "//nodexml/@atributo");
Primeiro e pra usarmos esta maravilha, temos de descarregar as Classes do site…
descompactar e coloca-las junto do nosso .fla.
Tambem podemos definir onde vamos colocar as classes nas preferencias de compilação do Flash.
De seguida vamos importar as classes para utilizar no nosso projecto:
import com.dynamicflash.utils.Delegate;
import com.xfactorstudio.xml.xpath.XPath;
Depois já podemos fazer querys aos nodes do tipo – todos os nós que tenham 3 filhos:
this._mySearch = XPath.selectNodesAsString(this._myXML, "//*[count(*)=3]");
Outros projectos similares:
January 6, 2008 at 3:29 am · Filed under Geral
Será k usar a rede WiFi aberta do vizinho pra checar o mail ou consultar um horario é crime? Será k usar a luz do exterior do vizinho pra ler um livro é crime? Eu não acho, mas acho esta história bem mais engraçada.
Pra k saibam eu mantive durante muito tempo o meu AP aberto até recentemente que quando comecei a detectar abusos, vi-me obrigado a fechar a torneira.
Se tiverem tempo, este Sr. resume em sábias palavras o k eu tou pra aki a dizer.
Ou então, apreciem esta imagem soberba enquanto a vossa conta de ISP aumenta…
December 7, 2007 at 11:11 pm · Filed under Geral, PPL da rua, Vida
(…) O que me inveja não são esses jovens, esses fintabolistas, todos cheios de vigor. O que eu invejo, doutor, é quando o jogador cai no chão e se enrola e rebola a exibir bem alto as suas queixas. A dor dele faz parar o mundo. Um mundo cheio de dores verdadeiras pára perante a dor falsa de um futebolista. As minhas mágoas que são tantas e tão verdadeiras e nenhum árbitro manda parar a vida para me atender, reboladinho que estou por dentro, rasteirado que fui pelos outros. Se a vida fosse um relvado, quantos penalties eu já tinha marcado contra o destino? (…)
(Mia Couto, in O fio das Missangas)
Não sou eu a dar uma de culto, foi um colega meu k me presenteou com este belo texto no meu ultimo aniversário. Como a bola é um dos meus tópicos favoritos (sarcasmo) axei apropriado.
Thx Nuno
October 15, 2007 at 4:10 am · Filed under Geral
Depois de ouvir esta noticia:
é como faziamos em pequeno…
tu estas-me a dever dinheiro…
o antonio deve-te a ti….
entao tu dizes que quem tem de me pagar é o antonio 
e eu fico feliz e descansado apesar de nao conhecer o antonio
July 27, 2007 at 3:39 pm · Filed under Vida, ideias
Enquanto vejo o pessoal ir de férias, coisas bizarras passam pela minha cabeça:
#ferias{ sexo: 20un; drogas: 8gr; funk'n'roll: 80db; }
( ferias ) ?
:
;
Não prometo k esteja livre de bugs
February 24, 2007 at 7:44 am · Filed under Geral, Música
Vou dar início ou antes, um acompanhamento de um processo de limpeza e set-up de um baixo em madeira. Pra facilitar a leitura ( e o meu trabalho , eh eheh) , vou dividir esta demonstração em 3 partes. E aqui vai a primeira:
Já era mais que tempo de dar uma ‘limpeza’ ao corpo do meu Warwick Streamer Stage I.
Este magnifico machado de guerra tem um design neck-trhough-body o que dificulta a operação de lixar de forma homogénea a sua área. Por um lado kero retirar akele aspecto de sub-cave k se traduzia essencialmente num tom castanho sujo com manchas esverdeadas e várias mossas. Por outro, kero preservar a fluidez do braço, algo k, julgo não ser fácil depois de o lixar.
A primeira fase é reunir o material necessário pra operação. Tenho uma lixadora electrica, lixa de grão fino e para madeira, convém arranjar um nº superior a 180 pra acabamentos, ferramentas pra desaparafusar todos os componentes ( não pensem k conseguem fazer isto sendo preguiçosos ), óleo de cedro, WD-40 ( ou BALA pra desapertar alguns parafusos teimosos),e finalmente , algodão.
Já explico tudo a seguir e o propósito do algodão também. Depois de termos tudo pronto podemos começar por desmontar o baixo todo. Quanto menos peças no caminho, melhor. Por isso vamos retirar as cordas, os potenciometros, os pickups, a ponte e tudo o resto k possa de alguma forma servir de obstáculo á passagem da lixadeira elétrica.
Com o baixo ‘desnudado’ vamos preparar-nos pra lixar toda a sua superfície. Mas primeiro, há k tapar alguns buracos k não keremos ver entupidos. E aki é k entra o algodão, k podia ser outra coisa como fita adesiva. Aplico nas cavidades dos pickups pra k não entre pó pro compartimento do circuito electrónico.
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