December 17, 2008 at 3:12 am · Filed under Vida, webdesign
Ora bem, eu sou falante nativo de Português, falo e escrevo fluentemente Inglês, arranho no Espanhol, percebo qualquer coisa mas dou broas (e cacetes) em Francês. Também pesco qualquer coisa de Italiano dada a proximidade com a nossa língua (e a da Tatiana :P), de Alemão e uma ou outra palavrinha em Chinês (mandarim).
Mas recentemente, instruí-me melhor numa [meta]linguagem intrincada, ainda mais alienígena do que o Chinês ou do que o Grego…
O XML!!!!
Pronto, está liberado o suspense que tinha vindo a acumular acumular neste post. Agora que já sabem, vou-vos mostrar o quanto domino este travesso e arisco idioma, e demonstra-lo a entabular uma conversa com o XML por intermédio do meu amigo PHP:
<dialogo data=”16/12/2008″>
<entidade nome=”paulo” idade=”33″>
<mensagem hora=”21:33″>Olá PHP tudo bem?</mensagem>
</entidade>
<entidade nome=”php” idade=”14″>
<mensagem hora=”21:33″>011110010110000101101000</mensagem>
</entidade>
<entidade nome=”paulo” idade=”33″>
<mensagem hora=”21:36″>Pois, já falamos melhor na realidade. Mas presumo k esteja tudo porreiro contigo, certo?</mensagem>
</entidade>
<entidade nome=”php” idade=”14″>
<mensagem hora=”21:37″>
011001000110010101101001011110000110000100101101011101
000110010100100000011001000110010100100000011011010110
010101110010011001000110000101110011001000000110010100
100000011101100110000101101001001000000111010001110010
011000010110001001100001011011000110100001100001011100
1000100001</mensagem>
</entidade>
<entidade nome=”paulo” idade=”33″>
<mensagem hora=”21:39″>Epá, pronto, leva lá a bicicleta! Já vi k hoje estás de mau feitio hoje, depois keixa-te k não tens amigos e de k ninguém na realidade gosta de falar contigo.</mensagem>
</entidade>
<entidade nome=”php” idade=”14″>
<mensagem hora=”21:39″>
011101000110000100100000011001100111010101100100011001
0101110010001011100010111000101110</mensagem>
</entidade>
<entidade nome=”paulo” idade=”33″>
<mensagem hora=”21:40″>Vai lá falar com o teu amigo XML, talvez ele te perceba…</mensagem>
</entidade>
</dialogo>
August 26, 2008 at 10:46 pm · Filed under Geral, Vida
Como sou um recente surfer da zapp e tenho um limite de download|upload singelissimo (1GB/mes!), tive de repensar seriamente na forma como navego, pois agora todo o minúsculo bit conta.
Comecei por cortar nos downloads, obviamente. Algo mais do que um .pdf técnico, uma extensão/plugin ou um pequeno (<1MB) ficheiro .zip está fora de questão.
Por isso, se quiserem mesmo emagrecer as taxas de transferência ao máximo e ainda assim ter uma experiência aceitável de navegação web, sigam de perto estes passos:
January 7, 2008 at 6:40 pm · Filed under webdesign
Pra quem ainda não usa o Flash CS e trabalha ainda em AS2.0, existe uma forma mais simples de aceder aos nós de XML fazendo uso da metalinguagem XPATH definida pelo W3C.
Vou tentar explicar como.
Pra já, põe-se a pergunta, porque raio usar essa treta do XPATH? Bom, sendo assim nem devias estar aqui a ver este post , né?
Vamos usar o XPATH porque trabalhar com os metodos nativos do Flash é uma dor. Ex:
myXML = firstChild.nextSibling.nodeName.childNodes[1].firstChild.nodeValue
Assim, pra ter uma melhor ideia, usando o XPATH podemos aceder aos nós (e também atributos, como é o caso) de um documento XML da seguinte forma:
Depois já podemos fazer querys aos nodes do tipo - todos os nós que tenham 3 filhos:
this._mySearch = XPath.selectNodesAsString(this._myXML, “//*[count(*)=3]“);
Será k usar a rede WiFi aberta do vizinho pra checar o mail ou consultar um horario é crime? Será k usar a luz do exterior do vizinho pra ler um livro é crime? Eu não acho, mas acho esta história bem mais engraçada.
Pra k saibam eu mantive durante muito tempo o meu AP aberto até recentemente que quando comecei a detectar abusos, vi-me obrigado a fechar a torneira.
(…) O que me inveja não são esses jovens, esses fintabolistas, todos cheios de vigor. O que eu invejo, doutor, é quando o jogador cai no chão e se enrola e rebola a exibir bem alto as suas queixas. A dor dele faz parar o mundo. Um mundo cheio de dores verdadeiras pára perante a dor falsa de um futebolista. As minhas mágoas que são tantas e tão verdadeiras e nenhum árbitro manda parar a vida para me atender, reboladinho que estou por dentro, rasteirado que fui pelos outros. Se a vida fosse um relvado, quantos penalties eu já tinha marcado contra o destino? (…) (Mia Couto, in O fio das Missangas)
Não sou eu a dar uma de culto, foi um colega meu k me presenteou com este belo texto no meu ultimo aniversário. Como a bola é um dos meus tópicos favoritos (sarcasmo) axei apropriado.
é como faziamos em pequeno…
tu estas-me a dever dinheiro…
o antonio deve-te a ti….
entao tu dizes que quem tem de me pagar é o antonio
e eu fico feliz e descansado apesar de nao conhecer o antonio
February 24, 2007 at 7:44 am · Filed under Geral, Música
Vou dar início ou antes, um acompanhamento de um processo de limpeza e set-up de um baixo em madeira. Pra facilitar a leitura ( e o meu trabalho , eh eheh) , vou dividir esta demonstração em 3 partes. E aqui vai a primeira:
Já era mais que tempo de dar uma ‘limpeza’ ao corpo do meu Warwick Streamer Stage I.
Este magnifico machado de guerra tem um design neck-trhough-body o que dificulta a operação de lixar de forma homogénea a sua área. Por um lado kero retirar akele aspecto de sub-cave k se traduzia essencialmente num tom castanho sujo com manchas esverdeadas e várias mossas. Por outro, kero preservar a fluidez do braço, algo k, julgo não ser fácil depois de o lixar.
A primeira fase é reunir o material necessário pra operação. Tenho uma lixadora electrica, lixa de grão fino e para madeira, convém arranjar um nº superior a 180 pra acabamentos, ferramentas pra desaparafusar todos os componentes ( não pensem k conseguem fazer isto sendo preguiçosos ), óleo de cedro, WD-40 ( ou BALA pra desapertar alguns parafusos teimosos),e finalmente , algodão.
Já explico tudo a seguir e o propósito do algodão também. Depois de termos tudo pronto podemos começar por desmontar o baixo todo. Quanto menos peças no caminho, melhor. Por isso vamos retirar as cordas, os potenciometros, os pickups, a ponte e tudo o resto k possa de alguma forma servir de obstáculo á passagem da lixadeira elétrica.
Com o baixo ‘desnudado’ vamos preparar-nos pra lixar toda a sua superfície. Mas primeiro, há k tapar alguns buracos k não keremos ver entupidos. E aki é k entra o algodão, k podia ser outra coisa como fita adesiva. Aplico nas cavidades dos pickups pra k não entre pó pro compartimento do circuito electrónico.
Este fim de semana foi a doer! Desenganem-se akeles k pensam k os angoleiros são uns bêbados foliões… Capoeira Angola não é brincadeira e exige muuuuuuuito da tua condição física.
December 31, 2006 at 12:00 am · Filed under Geral, Música, Vida
K terra maravilhosa. Outra coisa não seria de esperar do alentejo, mas depois de anos de vivencias nas metropoles, so se pode suspirar de alívio ao nos aproximar-mos do campo. O resto da história provavelmente está melhor relatada aki:
December 24, 2006 at 5:06 pm · Filed under Geral, webdesign
Reuni uma colecção de software k uso regularmente e do qual n prescindo, assim cm alguns k já usei e k axei uteis. Sintam-se livres pra acrescentar um ponto ou uma sugestão desde k seja Freeware ou Opensource. Era muito apreciado e motivava-me a fazer actualizações frequentes.